Quando se fala em integração marketplace com o consumidor final, o calcanhar de Aquiles costuma estar na entrega dos itens comprados online.

Essa é uma dificuldade comum às empresas menores que fazem uso de grandes e-commerces para negociarem seus produtos.

E as consequências aparecem não apenas na qualidade do serviço, como no custo dele.

No fim das contas, perdem todos.

Com uma experiência insatisfatória, o cliente não raro opta pela concorrência.

Já o lojista achata sua margem de lucro sem que tenha uma verdadeira solução logística.

Você se identifica com tudo isso?

Então, está na hora de descobrir por que os pick up points são a melhor estratégia para uma efetiva integração marketplace.

Problemas de integração marketplace (e a solução para eles)

Quando se fala em integração marketplace, estamos nos referindo a uma tríade: grandes e-commerces, lojistas de menor porte e consumidores.

Os pequenos varejistas fazem uso de lojas virtuais amplamente conhecidas para aumentar o alcance de suas vendas.

Quem compra o faz dentro dessas plataformas, o que aumenta a sua confiança no processo.

Teria tudo para funcionar de forma perfeita, não fossem entraves especialmente relacionados à entrega.

Vamos falar mais sobre eles agora.

1. Coleta da transportadora

Aqui, o obstáculo é de ordem matemática – e fácil de entender.

Como o volume de vendas é muito menor nas pequenas lojas, a coleta por transportadoras e a posterior entrega ao destinatário se tornam onerosas, pois é um processo quase individual.

Na prática, para recolher 50 produtos, a transportadora pode ir uma única vez ao centro de distribuição de uma grande rede, enquanto o menor varejista talvez exija 50 diferentes visitas.

É absolutamente inviável ao negócio adotar frequência parecida com essa.

Problema: alto custo com transportadoras.

Solução: concentrar as entregas em menos pontos, possibilitando a coleta de mais itens e reduzindo o número de visitas ao seu estoque.

2. Envio pelos Correios

Infelizmente, o serviço dos Correios tem deixado a desejar.

Nas redes sociais, junto ao Procon e no site Reclame Aqui, é líder em reclamações entre os consumidores.

E quem tem sua loja online também não vê motivos para avaliação diferente.

Tanto é assim que o percentual daqueles que consideram o serviço ruim ou péssimo subiu de 23,9% para 43,9% entre 2015 e 2017.

Os dados são da pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro 2017, realizada em parceria entre a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e a empresa ComSchool.

Motivos para isso não faltam.

As agências têm horários restritos (até às 17 horas em dias de semana), o que provoca filas que desanimam qualquer um.

Além disso, é um serviço que está cada vez menos ao alcance do brasileiro.

Em 2017, mais de 250 unidades foram fechadas em todo o país.

Para este ano, a previsão é ainda maior: mais de 500 fechamentos.

Não por acaso, o uso dos Correios pelo varejo online caiu de 81% em 2015 para 58,9% em 2017, também de acordo com a pesquisa da ABComm.

Problema: serviço é limitado e carece de confiança.

Solução: buscar alternativa que amplie horário disponível e seja eficaz ao realizar a integração marketplace com o consumidor.

3. Logística reversa

Se a entrega dos produtos vendidos é um drama para lojas menores, por que seria diferente na hora de o consumidor devolver ou trocar itens?

Sempre que o cliente tem essa necessidade, o drama se repete.

Ou a mercadoria é remetida pelos Correios, ou a partir de coleta da transportadora.

Nos dois casos, quem arca com o custo é o próprio varejista.

Nem precisa ser mestre em Matemática para saber que, se esse processo se repetir com frequência, a empresa vai fechar no vermelho.

Problema: processo de logística reversa é caro.

Solução: proporcionar ao consumidor direcionar itens de devolução ou troca a locais determinados, reduzindo pontos de coleta.

Alto investimento não garante sucesso no marketplace

Como vimos até aqui, as questões relacionadas à logística são um ponto extremamente sensível para a integração marketplace com o consumidor final.

O problema se agrava na medida que, cada vez mais, o varejista está aumentando os recursos que investe em um serviço que não soluciona as suas demandas.

Como já citado, a pesquisa da ABComm mostrou que os lojistas no e-commerce estão abandonando os Correios.

Em contrapartida, o uso de transportadoras cresceu muito, saltando de 15% para 30,4%, entre 2015 e 2017.

É também por essa razão que o frete se mantém como o maior responsável pelos custos logísticos no comércio eletrônico, correspondendo a 58,1% do total.

Mas pior do que investir alto é gastar mal, não é mesmo?

E a ABComm identificou também em seu estudo que os produtos têm demorado cada vez mais para chegar às mãos dos consumidores.

É justamente o movimento oposto do registrado no e-commerce mundial, conforme destaca a entidade.

Veja só alguns números que confirmam isso.

Cidade Tempo médio em 2015 Tempo médio em 2017
São Paulo 3 dias 4 dias
Porto Alegre 4 dias 6 dias
Brasília 5 dias 7 dias
Recife 6 dias 10 dias

Imagine você, então, quão satisfeito ficaria o seu cliente por ter de esperar cada vezes mais pelos pedidos, enquanto sua empresa eleva os investimentos na área?

Complicado, não é mesmo?

Mas a solução está ao seu alcance, como veremos a seguir.

Como os pontos de retirada podem ajudar o marketplace

Você saberia apontar ao menos um fator que justifique os melhores resultados do e-commerce fora do Brasil no que diz respeito às entregas, seus custos e prazos?

Se ainda não conhece o modelo de pick up points, pode estar perdendo uma bela oportunidade.

Também chamados de pontos de retirada, ou click & collect, são locais físicos para onde o varejo online remete produtos e nos quais os consumidores fazem a retirada.

É uma oportunidade tanto para quem vende pela internet, quanto para o comerciante que se cadastra como pick up point, já que eleva o fluxo de pessoas na sua loja.

Já para o consumidor, representa a comodidade de retirar a mercadoria que adquiriu online no dia e horário que desejar, de forma prática, segura e econômica.

Ou seja, os pontos de retirada são uma solução para todas as dores da integração marketplace, já citadas neste artigo.

Com eles, você concentra as entregas e também as trocas e devoluções em menos pontos, reduzindo os custos e oferecendo uma melhor experiência omnichannel aos clientes.

Gosta da ideia?

Então, seja mais um parceiro da Pegaki, a primeira e maior rede de pontos de retirada do país.

São pelo menos 100 locais ativos em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de outros mil em preparação.

Mais de 3.500 pedidos e R$ 1 milhão em produtos já foram entregues neles – 50% em até 24 horas depois da compra, apenas.

Veja no vídeo abaixo como o serviço funciona de modo simples e com vantagem a todos os envolvidos:

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