Um e-commerce de moda tem tudo para ser um negócio de sucesso, não há dúvidas.

Afinal, só em 2017, as lojas online do segmento faturaram R$ 59 bilhões, conforme dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) – um aumento de 12% na comparação com o ano anterior.

Mas como faturamento não é o mesmo que lucro, há obstáculos importantes para um crescimento ainda maior do setor.

Mais do que falar sobre eles, neste artigo, vamos focar nas soluções.

E-commerce de moda: 5 desafios e suas soluções

Vamos direto ao ponto: se você gerencia um e-commerce de moda, com certeza se identifica com os desafios que listamos abaixo.

E para lhe trazer boas notícias, não vamos nos limitar a falar dos problemas, mas de como resolvê-los.

1. Ser a opção de escolha do consumidor

Você atua em um mercado altamente competitivo, com grandes players disputando o mesmo cliente e desejando abocanhar parte do faturamento bilionário do setor.

Como ser visto, notado e desejado pelo consumidor, se mantendo vivo na mente dele?

O desafio aqui é ser a opção de escolha dele sempre que uma necessidade de compra surgir.

Em um e-commerce de moda, isso demanda entregar ao público um conteúdo que estabeleça a conexão com a sua marca.

Para tanto, não há como ignorar a necessidade de investir em marketing, sobretudo a partir de estratégias digitais – afinal, o seu negócio também é.

Posts em blogs, redes sociais e e-mail marketing são algumas das possibilidades.

Seja qual for a tática, o sucesso dela depende de estudar os hábitos e preferências das suas personas, que representam o perfil ideal de cliente do seu negócio.

Mas como estamos falando de moda, não dá para fugir do óbvio: oferecer um conteúdo prioritariamente visual e apostar em belas imagens é sempre um ponto de partida.

2. Diminuir taxa de abandono de carrinho

Você sabia que, no ano passado, a taxa média de abandono de carrinhos no e-commerce brasileiro foi de 82%? A informação é do estudo E-Commerce Radar.

Obviamente, o dado não se refere apenas ao segmento de moda, mas o desafio é o mesmo para quem atua nesse segmento.

Embora a taxa se mantenha alta em uma análise histórica, não há como crescer de forma sustentável se decidir se sujeitar a ela.

Então, como superar mais esse desafio? Comece fazendo a lição de casa, o que implica em:

  • Oferecer um layout agradável ao cliente
  • Garantir a melhor experiência do usuário possível
  • Permitir que as imagens sejam ampliadas e conferidas em detalhes
  • Ser claro na oferta, apresentando informações completas sobre a compra
  • Assegurar que seu site seja responsivo, se adaptando bem a todo o tamanho de tela
  • Buscar diminuir o custo do frete para o consumidor e também o prazo de entrega.

3. Gerenciar melhor o estoque

Não dá para correr o risco de o produto desejado pelo cliente aparecer na página como indisponível.

Ao mesmo tempo, é um erro estratégico grave investir em itens sem saída, que representam estoque parado. Ou seja, perda de dinheiro.

Em um e-commerce de moda, essa questão é ainda mais importante, pois cada produto tem tamanhos e cores diferentes, o que é necessário para atender a perfis de clientes tão distintos.

Se não encontra o que quer, o consumidor simplesmente fecha a janela e vai para o site concorrente.

Como solução, então, é imprescindível contar com um bom portfólio de produtos, o que eleva as chances de esse tipo de situação ser prevenida.

Também é válido estudar o comportamento de compra do seu público, novamente identificando as suas preferências, o que ajuda a evitar seu investimento em itens de pouco giro.

4. Reduzir prazos de entrega

Não dá para ignorar que, entre os motivos para o abandono do carrinho, está o prazo de entrega acima do que o consumidor gostaria.

Para itens de vestuário, por exemplo, o tempo é sempre um agravante.

Imagine que uma cliente visite a sua loja em uma quarta-feira, buscando um vestido para ir a um evento no final de semana.

O quão feliz ela ficará ao encontrar a peça perfeita? Certamente, na mesma proporção da sua decepção ao visualizar a previsão de 10 dias para o recebimento dela.

Com tanta informação disponível, não dá para esquecer que seu cliente observa que fora do país não é assim, que muitas entregas ocorrem no mesmo dia, inclusive.

Mas aí você pode pensar: isso é no exterior, já que no Brasil todos os e-commerces de moda padecem do mesmo mal.

Então, seja diferente. Faturar mais passa também pela sua capacidade de inovação.

Vá ao mercado e pesquise alternativas de entrega em prazos menores. Acredite: elas já existem por aqui.

5. Qualificar a logística reversa

Um calçado que não serviu, uma roupa que não caiu bem.

Estamos falando de medos comuns ao cliente de um e-commerce de moda – e de uma razão forte para você ainda perder receitas para lojas físicas.

O problema é evidente, portanto. Mas e a solução?

Inicialmente, você precisa deixar claro que existe a possibilidade de troca ou devolução, que esse é um direito do consumidor e apresentar as regras e condições para tanto.

Mas de nada adianta ser claro na informação se o serviço de logística reversa desagrada ao cliente tanto quanto a entrega, seu formato e seus prazos.

Você precisa de uma solução barata e eficaz, que colete o item que o consumidor deseja devolver ou trocar, oferecendo a ele um novo produto o mais rápido possível.

Cabe a você doutriná-lo no sentido de entender que esse é um processo tão simples quanto se fosse realizado em loja física.

E com um bônus: o direito ao arrependimento – algo com o qual ele não conta no “mundo offline”.

Como a Pegaki pode ajudar seu e-commerce de moda

Ao chegar até aqui, você já identificou uma série de medidas importantes a adotar no seu e-commerce de moda.

Entre elas, disponibilizar ao cliente uma solução logística que represente menor custo de frete, maior facilidade para receber e devolver itens e menores prazos para todos esses processos.

Felizmente, tudo isso já está á sua disposição no mercado brasileiro através da Pegaki, que é a primeira e a maior rede de pontos de retirada do país.

A empresa conecta lojas virtuais a estabelecimentos físicos, transformando-os em pick up points. São locais onde o consumidor retira o que comprou no e-commerce e para onde ele leva o item que deseja trocar ou devolver.

Hoje, a Pegaki já tem 300 pontos ativos em 10 cidades diferentes, possibilitando entregas em até meia hora após a compra.

Entre os seus principais parceiros, está a Dafiti, que é o maior expoente do varejo de moda online em toda a América Latina.

Veja no vídeo abaixo como o modelo de pontos de retirada funciona.

Para saber mais sobre a Pegaki, visite o site e faça contato conosco.