O e-commerce já demonstra uma expressiva contribuição para a economia do país ganhando assim cada vez mais potência e espaço de mercado.

 

A cada ano que passa as perspectivas de progresso se tornam significativas, principalmente com o impulsionamento de vendas que as datas sazonais proporcionam. A Black Friday  é uma das maiores datas para o varejo. Este ano segundo dados da Ebit/Nielsen o e-commerce faturou 3,5bi e registra alta de 25% em relação ao ano passado.

 

A liderança se mantém para os eletrônicos que correspondem a cerca de 23% da procura dos internautas, segundo pesquisa realizada pela Ebit/Nielsen. Eletrodomésticos e moda também fazem parte do ranking de maior procura.

 

Esse ano trouxe boas notícias para o e-commerce, o senso de Black fraude reduziu e essa credibilidade por parte dos consumidores está fortalecendo as vendas. Segundo a E-bit as pessoas que deixaram de comprar por falta de confiança nos descontos em 2017 reduziu de 38% para 35%.

 

O mobile também ganhou um espaço relevante que influenciou na conversão de compra, cresceu 6,5% segundo balanços divulgados pela Awin (Rede global de marketing de afiliação).

 

Houve registros de uma nova tendência de compras esse ano voltados a produtos de bebês, como, lenços, fraldas, e também para os eletroportáteis. Essa é uma das maravilhas do varejo online, a cada ano novos nichos ganham espaço.

 

Mas com a popularidade desse método de comércio crescendo, os obstáculos a serem vencidos também se tornam maiores, uma vez que quanto maior a busca por esse formato de compra, maior serão as exigências.

 

Segundo a ReclameAQUI, no Brasil 600 mil pessoas acessam o site antes mesmo de realizar qualquer compra, afim de checar a reputação da empresa. E sabemos que nem sempre é possível agradar a todos e fugir das reclamações, principalmente em datas sazonais como Black Friday.

 

Sendo assim, o desafio vai muito além de bater a concorrência, e as questões que assombram esse mercado ainda são:

 

  • Custo de frete

O valor do frete interfere diretamente na decisão de compra do consumidor, sendo este um dos maiores vilões enfrentados pelo varejo.

Entende-se que essa questão é delicada, pois muitos negócios não podem viver sem esse custo e nem sempre é possível ofertar o frete grátis, sendo esse um problema recorrente que muitas vezes favorece a concorrência.

 

  • Devolução do Produto

Outra dor de cabeça para o e-commerce são as devoluções, não é segredo que algumas vezes os produtos chegam ao destino trocados ou danificados.

Por ser um negócio sem espaço físico e por muitas distante geograficamente, as devoluções se tornam burocráticas e lotam as caixas de reclamação das empresas gerando índice negativo para a reputação dos negócios.

 

  • Despache da mercadoria

Comprar no conforto de casa é realmente incrível, mas receber a mercadoria muitas vezes pode ser uma grande aflição.

As dificuldades mais comuns batem de frente com a questão da disponibilidade de horários. Os Correios são pouco flexíveis, esse também já é um grande motivo na decisão de compra do consumidor em optar por uma loja física.

A insegurança com o comprometimento da loja virtual é um dos fatores principais que levam a desistência de compra, ficando atrás somente do custo do frete.

Há uma preocupação persistente por parte dos compradores com o armazenamento de dados, Apesar de ter salientado uma leve melhora ainda é uma questão recorrente.

Dados coletados da E-commerce Trends 2018,

 

Os principais motivos que levaram a não consumir foram: 

                 

Infográfico E-Commerce

 

  • 98% dos consumidores já realizaram ao menos uma compra através de lojas virtuais e 2% abandonaram o carrinho, ou nunca concluíram uma compra.

 

  • A descrição do produto também possuí um alto índice de crítica por parte dos clientes que sentem falta da riqueza de detalhes, dados coletados pela Lett onde afirmam que 60% dos e-commerces não apresentam informações adequadas a respeito do produto.

 

São muitos os contratempos por trás desse ciberespaço e lidar com a mudança do comportamento do consumidor e seus diferentes perfis é um desafio que preocupa em média 36% dos varejistas.

 

A Atento, empresa líder em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina, realizou um estudo e constatou que o setor enfrenta muitos desafios como:

 

  • Necessidade de melhorar a taxa de conversão (42%);
  • Preocupações com tecnologia, investimento em mobile (21%, 24%);
  • Questões logísticas (69%);

 

Alcançar o sucesso do negócio é o principal objetivo, mas é um encargo que demanda bastante dedicação.

 

Apesar de todas as dificuldades, será mesmo que vale a pena ter um E-commerce?

 

Estima-se que entre 5 a 10 anos, segundo a eMarketer, o varejo online deve superar o físico. E com o aumento de redes aumenta-se também as exigências, mas partindo da premissa que o E-commerce dispõe de muitas ferramentas para se aprimorar, sim, ainda vale a pena!

 

FAZENDO UMA COMPARAÇÃO COM OS MERCADOS DE E-COMMERCE PELO MUNDO, PODEMOS CONSTATAR QUE OS ESTADOS UNIDOS, EUROPA E ÁSIA CONCENTRAM MAIS DE 9% DAS SUAS VENDAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO. ISTO É UMA FORTE TENDÊNCIA PARA O BRASIL QUE ESTÁ NA MESMA LINHA DE CRESCIMENTO, MESMO QUE UM POUCO DESACELERADO PELA ECONOMIA.
fontes: DCG.

 

Sendo o e-commerce um mercado incessante e de inegável crescimento, os desafios também evoluem na mesma velocidade em que ele se populariza.

 

Baseando-se no comportamento do consumidor, nas tendências de mercado que são previsíveis, na competitividade, levando em consideração que essa preferência de comércio tem crescido consideravelmente, ainda o principal foco precisa ser na experiência voltada para o consumidor.

 

Deve-se entender que a tendência do e-commerce vai muito além de dispor de canais bem produzidos e produtos acessíveis, mas conta também com a boa vontade do varejo em gerar experiências agradáveis e gratificantes para o consumidor. Afinal é o cliente que garante o sucesso do negócio.

 

A maneira mais correta de se fazer isso além de investir em plataformas e estratégias bem estruturadas ainda é o comprometimento com o processo de compra, desde a venda até o despache da mercadoria, para que não gere nenhum tipo de prejuízo para nenhuma das partes.

 

Seu e-commerece está atendendo as expectativas do consumidor?

 

O Brasil já oferece uma solução bastante simplificada que são conhecidos como pontos de retirada através de um modelo de economia compartilhada que trabalha o conceito de beneficiar um espaço mal aproveitado gerando vantagens e menor custo para o cliente.

 

Pontos de retirada: a hora é agora!

 

Os grandes e-commerces no Brasil já perceberam a necessidade de contar com pontos de retirada em estabelecimentos parceiros. Nem todos ainda oferecem o serviço, mas a movimentação e interesse é inegável.

 

No momento, quem se organizar e aderir aos pontos de retirada ainda sai na frente da concorrência.

 

Logo, dar tal passo será uma exigência do mercado para se manter forte.

 

O que está esperando?

 

Pegaki é a primeira e maior rede de pontos de retirada do Brasil.

Essa startup conta com estabelecimentos comerciais parceiros em mais de 100 locais apenas na cidade de São Paulo, enquanto outros mil vêm sendo preparados.

Para o seu e-commerce, a hora é agora.

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